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Território inteligente

A cidade física e a operação digital na mesma visão.

Mapas, ativos, equipes, frotas e sensores deixam de viver em sistemas separados. A gestão vê o território, entende o contexto de cada ocorrência e coordena a execução do chamado até o campo — sobre a mesma base geográfica.

Uma base
Ativos, chamados, equipes e sensores sobre o mesmo mapa.
Do sensor à OS
Leitura de campo vira ordem de serviço sem digitação intermediária.
Com prova
Execução registrada com coordenada, foto e data.
O ponto de partida

Por que o território não aparece na gestão.

Cada secretaria tem o seu mapa

Iluminação num sistema, frota noutro, zeladoria em planilha. Ninguém consegue olhar um bairro e ver tudo o que acontece nele.

O sensor não fala com a operação

Telemetria vira relatório que alguém lê depois — quando lê. A falha detectada de madrugada só vira serviço quando o cidadão reclama.

O cadastro envelhece sozinho

Sem coleta em campo ligada à operação do dia a dia, o inventário de ativos diverge da realidade em poucos meses.

O que a plataforma entrega

O que a plataforma coloca em operação.

  • Cadastro georreferenciado de ativos

    Postes, vias, instalações, veículos e equipamentos com histórico e localização únicos.

  • LoRaWAN, IoT e visão computacional

    Sensores e câmeras gerando alarme com responsável e prazo, não apenas gráfico.

  • Frotas e equipes em campo

    Roteiro, posição e execução pelo celular, com funcionamento offline.

  • Mapeamento SLAM e LiDAR

    Levantamento 3D do território para inventário, projeto e fiscalização.

  • Camadas e gêmeo digital

    Geodados públicos e próprios sobrepostos à operação, do 2D ao 3D.

Como sai do papel

Da primeira semana à operação plena.

  1. 01

    Unificar o mapa

    Uma base geográfica para todas as secretarias, não uma por sistema.

  2. 02

    Trazer os ativos

    Importação do que existe e coleta em campo do que falta.

  3. 03

    Ligar sensor a serviço

    Telemetria e alarme virando ordem com responsável e prazo.

Perguntas frequentes

Dúvidas que aparecem antes de decidir.

Precisamos comprar sensores para começar?

Não. O cadastro de ativos, o mapa e as ordens de serviço funcionam sem nenhum sensor. IoT e telemetria entram depois e passam a alimentar as mesmas ocorrências.

Funciona com os equipamentos que já temos?

Na maioria dos casos sim, por integração. A compatibilidade de rastreadores, controladores e sensores é verificada no levantamento inicial.

Dá para usar bases geográficas públicas?

Sim. Camadas públicas de território, hidrografia e monitoramento podem ser consumidas e sobrepostas à operação dentro da própria plataforma.

O território é o denominador comum

Todo serviço municipal acontece num lugar.

Coloque ativos, equipes, sensores e chamados sobre o mesmo mapa — e a coordenação entre secretarias deixa de depender de reunião.