Cada secretaria tem o seu mapa
Iluminação num sistema, frota noutro, zeladoria em planilha. Ninguém consegue olhar um bairro e ver tudo o que acontece nele.
Mapas, ativos, equipes, frotas e sensores deixam de viver em sistemas separados. A gestão vê o território, entende o contexto de cada ocorrência e coordena a execução do chamado até o campo — sobre a mesma base geográfica.
Iluminação num sistema, frota noutro, zeladoria em planilha. Ninguém consegue olhar um bairro e ver tudo o que acontece nele.
Telemetria vira relatório que alguém lê depois — quando lê. A falha detectada de madrugada só vira serviço quando o cidadão reclama.
Sem coleta em campo ligada à operação do dia a dia, o inventário de ativos diverge da realidade em poucos meses.
Postes, vias, instalações, veículos e equipamentos com histórico e localização únicos.
Sensores e câmeras gerando alarme com responsável e prazo, não apenas gráfico.
Roteiro, posição e execução pelo celular, com funcionamento offline.
Levantamento 3D do território para inventário, projeto e fiscalização.
Geodados públicos e próprios sobrepostos à operação, do 2D ao 3D.
Uma base geográfica para todas as secretarias, não uma por sistema.
Importação do que existe e coleta em campo do que falta.
Telemetria e alarme virando ordem com responsável e prazo.
Não. O cadastro de ativos, o mapa e as ordens de serviço funcionam sem nenhum sensor. IoT e telemetria entram depois e passam a alimentar as mesmas ocorrências.
Na maioria dos casos sim, por integração. A compatibilidade de rastreadores, controladores e sensores é verificada no levantamento inicial.
Sim. Camadas públicas de território, hidrografia e monitoramento podem ser consumidas e sobrepostas à operação dentro da própria plataforma.
Coloque ativos, equipes, sensores e chamados sobre o mesmo mapa — e a coordenação entre secretarias deixa de depender de reunião.