O processo anda em pastas
O documento troca de mesa sem registro de data. Quando alguém pergunta onde está, a resposta depende de encontrar a pessoa certa.
Processos, tarefas, documentos, contratos, fornecedores, perfis de acesso e auditoria na mesma base das áreas finalísticas. O administrativo deixa de ser o gargalo entre a decisão e a entrega.
O documento troca de mesa sem registro de data. Quando alguém pergunta onde está, a resposta depende de encontrar a pessoa certa.
Sem controle de vigência e prazos, a prefeitura descobre o vencimento pelo fornecedor que parou de entregar.
O mesmo dado é redigitado em cada secretaria, e nenhuma versão concorda com a outra na hora do relatório.
Etapas, responsáveis, prazos e condições de avanço, com o histórico preso ao processo.
Anexos versionados, buscáveis e ligados ao processo, ao contrato ou ao fornecedor de origem.
Vigência, valores, aditivos e alertas de vencimento antes que o prazo estoure.
Quadro de trabalho por setor, com prazo e responsável, integrado às demandas das áreas finalísticas.
Permissão por papel e trilha completa de acesso e alteração, consultável pela própria administração.
Começar pelo processo que mais trava — normalmente compras ou protocolo.
Contratos e anexos vivos migrados para o processo correspondente.
Quem vê e quem decide, com a trilha de auditoria ligada desde o início.
Pode substituir ou conviver. Muitos municípios começam pelos fluxos que o sistema atual não cobre e migram o protocolo depois, quando a operação já está confortável com a plataforma.
Cada criação, alteração e acesso a registro sensível fica gravado com autor e data. A consulta é feita pela própria administração, sem depender de pedido ao fornecedor.
Sim, por integração. O escopo e o formato são definidos no levantamento, já que cada município usa uma combinação diferente de sistemas estruturantes.
Coloque processo, contrato, documento e permissão na mesma base — e pare de perder semanas entre a decisão e a execução.