O cadastro rural está espalhado
Parte no papel, parte em planilha, parte na cabeça do técnico. Nenhuma consulta cruza produtor, área e histórico de atendimento.
Cadastro de propriedades, camadas geoespaciais, licenciamento, alertas ambientais e fiscalização em campo na mesma base. A secretaria passa a decidir sobre o mapa real, não sobre a memória de quem conhece a região.
Parte no papel, parte em planilha, parte na cabeça do técnico. Nenhuma consulta cruza produtor, área e histórico de atendimento.
Sem registro georreferenciado com foto e data, o auto de infração fica frágil e o processo se arrasta.
Focos de calor e desmatamento aparecem em portais externos que ninguém acompanha diariamente — e a resposta perde a janela útil.
Produtor, propriedade, área, cultura e histórico de atendimento ligados ao polígono no mapa.
Uso do solo, hidrografia, unidades de conservação e limites sobrepostos à operação do dia a dia.
Focos de calor e mudanças no território viram ocorrência atribuída a uma equipe, com prazo.
Vistoria pelo celular com foto, coordenada, assinatura e funcionamento offline.
Solicitação de serviço, licenciamento e acompanhamento de protocolo pelos mesmos canais do cidadão.
Importar o que existe e completar em campo, sempre com coordenada.
Base geográfica do município e camadas públicas relevantes para a operação.
Monitoramento contínuo gerando ocorrência com responsável e prazo.
Não para operar. O técnico trabalha com mapa, ficha e ocorrência. Conhecimento de geoprocessamento ajuda na modelagem inicial das camadas, e essa etapa é feita junto com a nossa equipe.
Sim. A vistoria de campo é offline: a equipe registra foto, coordenada e formulário sem rede, e a sincronização acontece quando o aparelho volta a ter sinal.
Sim. Camadas públicas de focos de calor e de território podem ser consumidas e transformadas em alertas operacionais dentro da própria plataforma.
Cadastro, licenciamento, alerta e fiscalização na mesma base — e cada decisão com a prova anexada.